Drift entra no mercado audiovisual com IA integrada à lógica criativa
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A Drift anuncia seu lançamento oficial e chega ao mercado como uma operação de direção audiovisual que integra tecnologia generativa a uma lógica estratégica de construção de narrativa e negócios. Parte do ecossistema da Beta Rede, a empresa se posiciona além do modelo tradicional de produtora, propondo a criação de sistemas narrativos escaláveis para diferentes frentes de comunicação.
A proposta da Drift parte do princípio de que a tecnologia generativa não ocupa o centro da operação, mas atua como um recurso a serviço da ideia criativa, da eficiência e da entrega de valor. “O audiovisual é uma ferramenta de possibilidades. Pode ser um filme de 30 segundos ou um sistema inteiro de imagens que sustenta uma comunicação ao longo do tempo. A tecnologia generativa faz parte do nosso arsenal, mas não é o centro dele”, afirma Diego Locatelli, cofundador e diretor de sistema criativo da Drift.
Na prática, o modelo se traduz em projetos que vão de filmes publicitários a bancos de imagem proprietários, conteúdos institucionais, ativações híbridas e iniciativas de entretenimento. A operação mantém fundamentos clássicos da publicidade como desenvolvimento de roteiro, storyboard e alinhamento estratégico, combinados à geração de dados próprios e ao controle sobre bases de referência, além de uma estrutura com governança de informação e acompanhamento jurídico.
Inserida na lógica de atuação da Beta Rede, a Drift adota um modelo contínuo de testes e adaptação, com foco na resolução de problemas de negócio. “Priorizamos a compreensão profunda de contexto, comportamento e dados para ajudar nossos clientes a se manterem relevantes. As necessidades do mercado continuam as mesmas — vender mais, diferenciar produtos, construir marca —, mas as formas de atendê-las precisam evoluir constantemente”, afirma Rimaldo de Sá, CEO da Beta Rede e cofundador da Drift.
Desde o início da operação, a empresa soma 24 projetos realizados, todos com uso de tecnologia generativa em alguma etapa, em um modelo híbrido que combina imagens sintéticas e captação tradicional. Entre os trabalhos já desenvolvidos está o lançamento do Haval H6 2026 no Brasil, da GWM, produzido a partir de um fluxo integrado entre criação publicitária e geração de imagens.
