Do tapete vermelho às marcas culturais: como as marcas ativaram o Oscar
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A cerimônia do Oscar transmitida na noite de ontem, 15, e com cinco indicações do Brasil à estatueta mais cobiçada do cinema, voltou a inspirar ativações criativas de marcas que aproveitaram o momento de alta atenção cultural para conectar suas narrativas ao universo do cinema. Entre campanhas conceituais, ocupações culturais e ações de conteúdo, empresas transformaram a premiação em território de branding e engajamento.
A OMO, por exemplo, explorou um elemento recorrente nas histórias cinematográficas: as manchas. Em ação criada pela Lola\TBWA Brasil, em parceria com o coletivo global da TBWA, a marca destacou manchas icônicas presentes nos filmes indicados ao prêmio de Melhor Filme deste ano como sangue, suor, terra e marcas de desgaste físico para reforçar seu conceito global de que “se sujar faz bem”. A iniciativa conecta a estética do cinema à ideia de que as manchas representam jornadas intensas e momentos decisivos nas narrativas.
Já a ALA, marca da Unilever nascida no Nordeste, promoveu uma ocupação cultural no histórico Cinema São Luiz, em Recife, durante a transmissão gratuita do Oscar. Criada pela Live The Agency, a ação reuniu público para acompanhar a premiação e reforçou a campanha “Essência Secreta”, que utiliza o universo da espionagem para comunicar a performance do produto. Com a mensagem “Nordeste no Topo”, a iniciativa também celebrou a força cultural da região.
A premiação também serviu de palco para ações de conteúdo na televisão. A jornalista Maria Beltrão apareceu com um novo visual — loira, com o tom “Absolute Blonde” — em transformação assinada pela TRUSS Professional, marca do Grupo Boticário. A mudança integrou a campanha “Absolute Cinema”, que conecta cinema, imagem e transformação capilar, marcando também a primeira ação de conteúdo da marca durante a transmissão do Oscar na TV Globo.


