2026 – Dan Zecchinelli, VP de Criação da Filadélfia: “Com Copa e eleições, marcas só vencem se forem criativas e estratégicas”
Compartilhar
Em um contexto em que a Copa do Mundo aumenta a demanda por conteúdos de alto impacto e as Eleições ampliam riscos reputacionais, como agências, e anunciantes devem se preparar para lidar com oportunidades e novas regras do jogo em 2026?
Copa do Mundo é um evento para players globais. A maior dificuldade para quem não é patrocinador oficial do evento é se destacar em meio ao turbilhão antes e durante o Mundial, onde o volume de mensagens e o espaço parecem ocupar o dia a dia dos mais de 1,5 bilhão de espectadores do maior evento esportivo do mundo. Para as marcas que não foram convidadas para essa “área vip”, resta apenas uma alternativa: a criatividade, pois é impossível competir com os valores e a exposição dos sponsors. Usar a mentalidade de hackear a comunicação sempre ajuda nessas horas – é uma maneira de ser lembrado e comentado sem ter a verba para tal.
Já as eleições caminham para continuar a polarização do Brasil entre situação e oposição, e seu resultado frequentemente muda o panorama da comunicação – não apenas para contas públicas, mas também para anunciantes privados. Uma eleição majoritária mexe com o cenário da comunicação e do marketing, gerando desafios e oportunidades conforme o vento político do país. É preciso se preparar, monitorar redes sociais e manifestações digitais, para tentar mapear com antecedência as possibilidades de mercado.
