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Bola da Vez

2026: Eduardo Breckenfeld, CSO da Ampla: “A ousadia de criar grandes campanhas deve bater bola com a responsabilidade de proteger ativos de imagem, reputação e propósito.”

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Em um contexto em que a Copa do Mundo aumenta a demanda por conteúdos de alto impacto e as Eleições ampliam riscos reputacionais, como agências e anunciantes devem se preparar para lidar com tensões, oportunidades e novas regras do jogo em 2026?
“Se por um lado a Copa do Mundo tende a unir o país, as Eleições, em um contexto mais polarizado, tendem a dividir. Então, atenção redobrada. Seja para aproveitar as grandes oportunidades que uma Copa do Mundo traz, seja para não cair em armadilhas que cenários politicamente polarizados e tensos carregam. A ousadia de criar grandes campanhas deve bater bola com a responsabilidade de proteger ativos de imagem, reputação e propósito. Ou seja, em analogia ao futebol, ataque e defesa jogando juntos. Do ponto de vista estrutural e de planejamento, agências e anunciantes precisam investir em treinamento, diversidade de olhares, monitoramento, pensamento crítico e inteligência cultural, em uma leitura fina e cuidadosa do ambiente social que enfrentaremos em 2026. Mais do que disputar atenção, as marcas estarão disputando conexão.”
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