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Bola da Vez

2026: Andrea Pitta, CEO da Fibra.ag: “Marcas têm a oportunidade de criar espaços de convivência simbólica e emoções positivas.”

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Em um contexto em que a Copa do Mundo aumenta a demanda por conteúdos de alto impacto e as Eleições ampliam riscos reputacionais, como agências e anunciantes devem se preparar para lidar com tensões, oportunidades e novas regras do jogo em 2026?

 

“Diante desse cenário contrastante, o preparo é o de fortalecer o “espírito esportivo”. Vale lembrar que a origem dos eventos esportivos começou na Grécia Antiga –  Ekecheiria, Olimpíadas etc. -, justamente para criar uma trégua em meio às guerras. A cidade de Olímpia criou um encontro, onde povos suspendiam seus conflitos em nome da celebração coletiva sobre as capacidades do ser humano.

Esse princípio é especialmente relevante em um ano que combina Copa do Mundo com um ciclo tenso de eleições. Do ponto de vista de brand experience, isso significa assumir o papel de quem cria encontros construtivos, mesmo em cenários sensíveis.

Assim, agências e anunciantes – uma vez inspirados pela trajetória da Tocha, ou Taça – podem operar como “guardiões desse sentimento de paz”. As marcas têm a oportunidade de criar espaços de convivência simbólica e emoções positivas. A chave está em construir narrativas que celebrem pertencimento, diversidade e significado sobre as capacidades e os talentos humanos em superar-se e expandir.

Inspirar-se no espírito original dos jogos esportivos é o caminho para navegar com segurança, propósito e criatividade. O esporte como um símbolo a favor da paz.

Entramos em campo juntos”

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