2026: Gustavo Gripe, fundador e CEO da Landscape: “Como entregar craft em alta escala.”
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Quais serão os maiores desafios para as produtoras em 2026 ao equilibrar volume, velocidade e qualidade em um calendário marcado por campanhas eleitorais e ativações massivas ligadas à Copa do Mundo?
Para Landscape, o craft e a inovação são inegociáveis e faz parte da nossa missão para os próximos anos solucionar a equação ainda não resolvida: Como entregar craft em alta escala.
Estamos vivendo uma onda de User Generated Content, que quando conecta uma marca é mais por acaso do que por plano. Quando as marcas tentam fazer vira um desastre, porque não é autêntico o suficiente e nem refinado o suficiente. Soa como a marca querendo enganar o público.
A construção de marcas sólidas ainda passa pela busca de craft e o desafio se torna aplicá-lo numa esteira de entregas que só se amplia a cada ano. Novas ferramentas, pipelines integrando AI e talentos descentralizados estão entre as hipóteses que Landscape investiga. Certamente o formato que operamos atualmente foi desenhado para baixa frequência e a primeira reação é multiplicar os custos quando a demanda amplia, o que é inviável para os clientes.
Eventos como a Copa do Mundo geram demanda de always on para grandes clientes e conseguir produzir assets com muita velocidade acaba sendo o gargalo para fazer parte das conversas. Acreditamos que pre-baked assets com customização simples e output de alto valor possam ser a saída para demandas intensas em curtos períodos.
