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Bola da Vez

2026: Audrey Buglian, CEO da Nacional Comunicação: “Monitoramento constante, governança de conteúdo e velocidade responsável.”

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Em um contexto em que a Copa do Mundo aumenta a demanda por conteúdos de alto impacto e as Eleições ampliam riscos reputacionais, como agências e anunciantes devem se preparar para lidar com tensões, oportunidades e novas regras do jogo em 2026?

 

Em um ano em que Copa do Mundo e Eleições dividem o centro das atenções, o ambiente de comunicação ganha intensidade e sensibilidade. De um lado, um momento de alegria, celebração e disputa por espaço entre as marcas que querem se conectar à energia positiva do esporte; de outro, um cenário político tenso, altamente sensível e cada vez mais polarizado nos últimos anos. Nesse contexto, cresce a demanda por conteúdos de alto impacto, mas cresce também a responsabilidade. Agências e anunciantes precisam fortalecer processos de checagem, garantir narrativas alinhadas aos valores das marcas e investir em planejamento antecipado para equilibrar oportunidades de visibilidade com riscos reputacionais.

Para 2026, a preparação passa por três pilares: monitoramento constante, governança de conteúdo e velocidade responsável. Será essencial mapear tensões sociais, antecipar mudanças de comportamento e compreender as novas regras do jogo — das normas eleitorais às diretrizes das plataformas. As oportunidades existem, especialmente na construção de conexões genuínas com as pessoas, mas atravessar esse ano exige maturidade estratégica. Marcas e agências precisam atuar de forma integrada, prontas para ajustar rotas, proteger reputações e transformar tanto a emoção da Copa quanto a sensibilidade do período eleitoral em valor real para as marcas e para a sociedade.

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