Quais serão os maiores desafios para as produtoras em 2026 ao equilibrar volume, velocidade e qualidade em um calendário marcado por campanhas eleitorais e ativações massivas ligadas à Copa do Mundo?
O ano de 2026 será muito desafiador em várias direções. Velocidade vai depender não apenas de ter uma equipe afinada e trabalhando como um relógio para produzir e entregar, mas também de usar a IA para acelerar processos e oxigenar ensaios de ideias, o que dá um ganho significativo de velocidade.
A Copa do Mundo pede um trabalho antecipado ao evento e é preciso se posicionar para produzir as campanhas da Copa com muitos meses de antecedência, estar próximo das agências que mais monetizam e têm clientes que usam esse momento da Copa para impulsionar seus produtos e vendas.
Eleições é um momento de ter caixa para suportar possíveis desacelerações e produzir para clientes que andam à margem desse período e não são afetados por ele. Alguns até ganham mais nesses momentos, especialmente quem produz peças de áudio para campanhas eleitorais.
O mais importante é estar bem-posicionado para estar próximo das oportunidades.