2026: Igor Ferreira, diretor executivo da Corazon Filmes: “Fazer filmes que realmente conectem, não só filmes que cumpram tabela.”

Quais serão os maiores desafios para as produtoras em 2026 ao equilibrar volume, velocidade e qualidade em um calendário marcado por campanhas eleitorais e ativações massivas ligadas à Copa do Mundo?

 

“2026 tem tudo pra ser um ano diferente. A eleição segura o mercado, deixa todo mundo mais cauteloso, mas a Copa faz o movimento contrário: coloca energia, puxa as marcas para a conversa. No fim, ninguém consegue ficar completamente parado. Quem precisa falar, vai falar. E a gente, como produtora, precisa estar pronto pra esse movimento. O principal desafio, para mim, é não perder a essência no meio da pressa. Continuar fazendo com olhar, com cuidado, com verdade. Porque vai ter muita demanda rápida, muita urgência, muita coisa acontecendo ao mesmo tempo. E aí entra o ponto: fazer filmes que realmente conectem, não só filmes que cumpram tabela”.

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