Em um contexto em que a Copa do Mundo aumenta a demanda por conteúdos de alto impacto e as Eleições ampliam riscos reputacionais, como agências e anunciantes devem se preparar para lidar com tensões, oportunidades e novas regras do jogo em 2026?
“Estaremos, em 2026, diante de um calendário que exigirá a capacidade de operar em dois registros emocionais e operacionais opostos: a euforia unificadora da Copa do Mundo e a tensão fragmentada das Eleições Gerais. O “novo jogo” de 2026 exigirá que saibamos alternar entre ser o promotor da festa e o guardião da reputação. Para o setor privado, a Copa do Mundo de 2026 funcionará como uma “zona de trégua”, com demanda por conteúdos de alto impacto e uma necessidade humana profunda por leveza. Por outro lado, para nossos parceiros governamentais e autarquias, 2026 impõe um cronômetro rigoroso. O primeiro semestre será uma corrida de posicionamento e prestação de contas.
O maior risco reputacional de 2026 não está apenas no calendário, mas na explosão da Inteligência Artificial Generativa. A barreira entre realidade e manipulação será testada como nunca antes. As agências precisarão atuar como curadoras éticas. Em 2026, vencerá quem souber separar o ruído do sinal, entregando escapismo e alegria quando o público pede, e transparência e segurança quando o cidadão exige.”