2026: Caio Thomaz, CEO da agência Valiant: “É fundamental se valer da atmosfera para ser relevante para o seu cliente.”

Em um contexto em que a Copa do Mundo aumenta a demanda por conteúdos de alto impacto e as Eleições ampliam riscos reputacionais, como agências, e anunciantes devem se preparar para lidar com tensões, oportunidades e novas regras do jogo em 2026?

 

“Esses eventos têm uma série de especificidades e regulamentações a serem atendidas. De formas distintas, mais do que regras e precauções acho que temos que olhar para Copa e Eleições como momentos de grande oportunidade. 
O pleito eleitoral, em função dos embates de visões de mundo e das pautas de costume, gera muitas possibilidades criativas às quais as agências devem estar atentas (evidentemente respeitando a lei eleitoral e o CONAR), e ter coragem para produzir mensagens que se conectem com o core das marcas.
Em relação a Copa do Mundo, já passamos diversas vezes por esse processo, bem como o de Olimpíadas. Bloqueios e limitações devem ser respeitados, e acho até que o marketing de guerrilha está fora de contexto. Para nosso cliente adidas, por exemplo, já fizemos o lançamento da trionda, bola oficial da Copa, e a camisa da seleção.
Mas é fundamental se valer da atmosfera para ser relevante para o seu cliente. Temos clientes que não possuem propriedades oficiais e assets, e nem por isso deixamos de criar campanhas e ativações altamente pertinentes e memoráveis”.

 

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