Em um contexto em que a Copa do Mundo aumenta a demanda por conteúdos de alto impacto e as Eleições ampliam riscos reputacionais, como agências e anunciantes devem se preparar para lidar com tensões, oportunidades e novas regras do jogo em 2026?
“Em 2026, vai se destacar quem conseguir dominar a equação awareness e reputação. Isto é, entender como entrar em conversas culturais como a Copa do Mundo sem perder o tom e a originalidade. Ao mesmo tempo, manter relevância num cenário eleitoral super sensível. Não é sobre falar mais, é sobre falar certo.
Na Copa, o maior desafio será para as marcas que não são patrocinadoras. O FOMO vai vir forte e aí que mora o risco: antes de colocar time e agência para “hackear” o assunto, vale a pergunta: isso faz sentido para os brand lovers? Vai gerar identificação real? Se não, silêncio é mais estratégico do que virar paisagem no feed.
Nas Eleições, o ponto de atenção vai para as marcas que têm squads fixos de influenciadores. O público já conhece esses creators, sabe exatamente o que esperar deles e estará atento. Melhor evitar virar a marca associada à censura e já ter no radar a possibilidade de um hiato estratégico nas parcerias durante o período.”