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Mercado publicitário fatura R$ 47,9 bilhões e cresce 6,81% em 2013

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O mercado publicitário brasileiro reagiu melhor em 2013 em relação ao ano anterior. O faturamento de R$ 47,9 bilhões significa elevação de 6,81% sobre 2012. Desse total, R$ 32,2 bilhões correspondem ao investimento bruto em mídia. Esses são os dados revelados pelo Projeto Inter-Meios, relatório de investimento em mídia no País coordenado pelo Grupo Meio & Mensagem em parceria com a auditoria PricewaterhouseCoopers. “Considerando que em 2012 o crescimento foi 6%, os números atuais representam ligeiro acréscimo dos investimentos publicitários por parte dos anunciantes”, analisa Marcelo de Salles Gomes, vice-presidente executivo do Grupo Meio & Mensagem.

As emissoras de TV aberta, responsáveis por 66,5% do total investido em mídia no País, faturaram R$ 21,4 bilhões em 2013 – evolução de 9,8% sobre 2012. Já as TVs por assinatura ficaram com 18% a mais no caixa, atingindo R$ 1,5 bilhão. Mídia Exterior foi o meio com a variação positiva mais elevada: 21,82%, recebendo montante de R$ 1,1 bilhão. Dentro desse segmento encontram-se empresas especializadas em outdoor, mobiliário urbano, mídia digital out of home, painel e móvel. O meio Rádio cresceu 10,45% no período, com faturamento de R$ 1,3 bilhão.

De acordo com o relatório, o meio Jornal apresentou queda de -3,76% ao faturar R$ 3,26 bilhões. Também foi negativo o desempenho do meio Revista, que caiu -7,55%, ficando com R$ 1,77 bilhão. Já Guias e Listas teve desempenho de -26,3% em relação ao ano passado, com total de R$ 200,3 milhões. Também apresentaram retração os meios Cinema (-2,12% e faturamento de R$ 103,4 milhões) e Internet (-5,61% e faturamento de R$ 1,43 bilhão).

De acordo com o vice-presidente executivo do Grupo Meio & Mensagem, para 2014 as previsões estão otimistas. “Projetamos um crescimento em torno de 9% para o período. Parte dos investimentos virá já no primeiro semestre, em virtude da realização da Copa do Mundo. Outro ponto favorável é que teremos eleições majoritárias e os governos Federal e Estaduais costumam concentrar seus principais investimentos nos primeiros seis meses do ano”, explica Gomes.

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