Giovanni lança a pesquisa “Global Mobile Shopper”

02/10/2013

A Giovanni+Draftfcb apresenta a pesquisa “Global Mobile Shopper 2013 – O impacto dos dispositivos móveis em nossos hábitos de consumo”. O estudo, realizado em oito países com mais de 7,5 mil pessoas,evidencia as mudanças ocorridas na interação dos consumidores com as marcas por meio de smartphones e tablets. Esses gadgets lhes dão respaldo no refinamento da busca por informações relevantes para suas tomadas de decisões de compra, obrigando empresas a adotarem uma postura de maior transparência e confiança na troca de experiências com seu público alvo.

Em um contexto em que empresas varejistas travam constante desafio no processo de amadurecimento de estratégias comunicacionais multicanal para uma estratégia omnicanal, com o consumidor no centro, o mobile aparece como meio facilitador. Nesta dinâmica, o Mobile Shopping vai muito além do ato de comprar propriamente dito, envolvendo todos os processos interligados de compra.

O Estudo

Em países como Alemanha, Estados Unidos e Reino Unido, a abrangência do estudo foi nacional, enquanto que China, Índia, Oriente Médio (Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos) e Brasil a abordagem restringiu-se às zonas urbanas. Nestes lugares, foi avaliado todo o processo que envolve a relação dos consumidores com suas marcas favoritas a partir de dispositivos móveis, tomando como base os setores de Supermercados, Saúde&Beleza, Fast Food, Eletrônicos, Serviços de Viagens, Serviços Financeiros e Vestuário. Considerou-se como mobile shopper todo aquele que utiliza seus dispositivos móveis para executar pelo menos um dos comportamentos básicos além da compra propriamente dita:

1. Comparação de preços

2. Busca por localização

3. O uso de ofertas, descontos e cupons

4. Comparação de produtos e ofertas

5. Comparação de informações além do preço e localização

6. Procura por opiniões de outros consumidores

7. Planejamento e organização de compras ou tarefas do dia

8. Compartilhamento de opiniões próprias e análises

9. Resgate de prêmios em programas de fidelidade

10. Compra

Brasil

No Brasil, foram avaliados consumidores das zonas urbanas de São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Recife. Verificou-se que, por aqui, os mobile shoppers têm um comportamento semelhante ao dos demais países, no qual os indivíduos veem o smartphone como uma extensão deles mesmos, onde conectividade, funcionalidade e entretenimento são os principais valores atribuídos ao dispositivo. Mais do que isso: traz ao consumidor a sensação de invencibilidade. Com a internet ao alcance de suas mãos em tempo integral, o shopper tem acesso a todo tipo de informação relevante relativa a seu desejo de compra sem precisar ter contato com vendedores nas lojas personalizando sua experiência conforme sua preferência.

Com relação ao cenário nacional, Patrícia Marinho sublinha a urgência na aproximação genuína entre anunciantes e marcas com o consumidor final. “O uso dos dispositivos móveis em diferentes fases do processo de compra já se mostra uma realidade de forma muito clara. Portanto, pensar na sua estratégia de presença mobile não é algo que se possa deixar para depois. É possível ter sucesso e usar bem o mobile a seu favor tendo foco nas coisas que realmente importam para o consumidor, e isso não tem nada a ver com sair correndo para desenvolver mais um app.”

Mas apesar das semelhanças, o consumidor brasileiro tem lá suas particularidades. A partir do pesquisa Mobile Shopper 2013, verificamos que, enquanto fazer compras pelo celulare ou tablet é o comportamento mais frequente entre mobile shoppers ao redor do mundo, por aqui opta-se mais pelo compartilhamento de impressões próprias. Ironicamente, por outro lado, também somos o país onde as pessoas menos procuram saber a opinião dos outros. Hoje, Brasil se apresenta como o quarto país mais engajado com os comportamentos do mobile shopper, com médio de 3,6 comportamentos entre os mobile shoppers, índice igual ao analisado no Reino Unido . Com efeito, diversos setores devem se preparar para se beneficiar desta perspectiva para aumentar seus lucros, uma vez que a perspectiva é de que até o fim deste ano, 53,5% da população online brasileira será composta de usuários de internet mobile, porcentagem que deve chegar a 98% até 2017.

Acesse a pesquisa no link: https://dl.dropboxusercontent.com/u/18201864/mobile-info.zip

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