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BOLA DA VEZ

Caio Abreia e Bruno Miguel – sócios da Movie Machine

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Caio Abreia deixa o comando da Yes e lança a Movie Machine em sociedade com Bruno Miguel após a aquisição da Mouse House, produtora deste último. A partir desse movimento, ambas produtoras passam a fazer parte do grupo Movie House. À frente do Atendimento do grupo está Sabrina Val, que também deixa a Yes.

A decisão tem uma explicação rápida de Caio Abreia: “O mercado exige soluções coletivas, capazes de atender as diversas demandas de conteúdo visuais; do grande comercial às soluções ágeis e estéticas próprias dos canais digitais.” E Bruno Miguel completa: “Trata-se de um movimento que olha para o mercado de produção de uma forma diferente, com capacidade de negociação e criatividade enormes”.

Com um investimento inicial de R$ 1 milhão, as produtoras ocuparão diferentes sedes, porém, num mesmo edifício na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Com contratações em andamento, a operação tem início com dez profissionais. Haverá ainda sede em São Paulo – local em definição – além da atuação no mercado exterior a partir de Los Angeles no escritório já ocupado pela Mouse House.

Também contará com diretores como Arturo Querzolli, Ique Gazzola, Santi Winer e Flavio Zangrandi. Abaixo, um bate papo com Caio Abreia sobre o novo desafio.

VoxNews – Por que a escolha do nome Movie Machine?

Caio Abreia – Porque hoje a Movie Machine nasce como uma máquina de filmes. Uma produtora que olha para o mercado de produção de uma forma diferente, uma produtora com uma capacidade de negociação e criatividade enormes. Uma verdadeira máquina de filmes.

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VoxNews – Como será feira a divisão de trabalhos entra a Movie Machine e a Mouse House? Cada uma cuidará de diferentes etapas de produção ou de diferentes produções?

Caio Abreia – A seleção será natural, cada empresa terá seu foco de atuação bem definido. Cada uma cuida dos seus projetos, mas todas vão ter a disposição uma mesma equipe de atendimentos, designers, editores, finalizadores, produtores e equipamentos.
A decisão de escolha de qual empresa vai trabalhar num determinado projeto vai ser dos próprios clientes e suas demandas.

VoxNews – O Bruno Miguel também será sócio da Movie Machine? Como é essa divisão societária?

Caio Abreia – Sim, somos sócios iguais em ambas as empresas. Somos um grupo e juntos vamos fazer ambas as empresas cresceram em tamanho, qualidade e criatividade.

Voxnews – Já existem trabalhos com a assinatura da Movie Machine? Caso sim, quais?

Caio Abreia – Sim, A Movie Machine, nasceu em 01/05/2016 filmando. E assim tem sido todos os dias. Ainda não temos nenhum projeto finalizado. Nossos quatro primeiros jobs estão ainda em produção e filmagem.

VoxNews – A produtora também atuará em produções independentes para canais de TV por assinatura? Já existem projetos?

Caio Abreia – A Movie Machine vai atuar bastante na publicidade on e off e também na produção de conteúdo multi plataforma. A machine nasce tendo no seu DNA uma pré disposição para grandes desafios, grandes produções, com um fôlego e uma disposição enormes para desafios. E com estrutura preparada para a demanda do mercado em todas as suas áreas.

Juntas Mouse e Machine, vão atuar em todas as formas, formatos e tamanhos de produções. Vão dividir experiências, tecnologia, profissionais, clientes e vão ter no seu comando eu e o Bruno, que estaremos juntos a frente de toda a operação.

Já temos alguns projetos desenvolvidos para canais de TV e estamos em negociação para a produção da nossa primeira série.

VoxNews – Quantas pessoas trabalharão em cada uma?

Caio Abreia – Nossa equipe será conjunta. Estamos investindo em profissionais que vão trabalhar para o grupo. Começamos nossa operação com 10 profissionais, mas ainda estamos contratando.

VoxNews – Além de Bruno e Caio, quem serão os principais executivos?

Caio Abreia – Depois de muitas reuniões com vários profissionais que admiramos do mercado e que gostaríamos que fizessem parte do nosso time, decidimos trazer a Sabrina Val, que já trabalhava comigo na Yes, para ser nossa Atendimento.

VoxNews – Como você analisa o momento no qual a propaganda brasileira atravessa?

Caio Abreia – O mercado multiplicou seus formatos e demandas e com isso multiplicaram-se as produtoras e os budgets. Está sendo um grande aprendizado e uma grande adaptação para o mercado publicitário como um todo. Evoluir é preciso, com crise ou sem crise.

VoxNews – O que será da Yes sem o Caio?

Caio Abreia – Ela continuará, com a mesma competência que veio trabalhando nos últimos 29 anos. A única diferença é que eu não faço mais parte do time. Mas meu coração e torcida vão estar sempre acompanhando esta empresa, que tenho tanto carinho e admiração.

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