Black Friday: o que usuários do Twitter estão dizendo

24/11/2017

 

Entre os dias 22 de setembro e 21 de novembro, a Airfluencers, empresa de geração de inteligência a partir de dados das redes sociais, analisou mais de 83 mil posts no Twitter sobre o período da Black Friday. O levantamento, que faz um comparativo entre 2016 e 2017, aponta as intenções de compra dos internautas, além de revelar as empresas mais citadas pelos usuários.

Segundo o estudo, neste ano os consumidores devem desembolsar mais do que em 2016 na data, demonstrando maior intenção de compra, mas as críticas em relação às promoções e às marcas cresceram. Dos 83.810 mil comentários na rede social, 41% são negativos. Em 2016, a pesquisa mostrava que, dos mais de 81 mil tweets monitorados, apenas 14% traziam menções negativas.

Entre os produtos buscados, livros (29,5%) e celulares (20,5%) são os mais comentados entre os usuários da plataforma, com crescimento de 3 e 2,2 pontos percentuais em relação ao ano passado, respectivamente. Já tweets relacionados a games (15%) e roupas (12,6%) registraram queda de 1% e 0,5% comparado à 2016. Porém, o ponto que mais chama atenção entre os resultados é o crescimento pelo interesse na aquisição de viagens. No último ano, esse item não aparecia no ranking dos cinco artigos mais desejados e hoje está em 6% dos comentários e em quinto lugar nesse TOP 5.

Com relação aos comentários sobre as empresas, independentemente de serem positivos, negativos ou neutros, o posto de campeã segue com a Amazon com 22% das menções – a empresa também ficou no topo do Twitter em 2016. Na segunda colocação está o Walmart (20%), seguido por Saraiva (9%) e Lojas Americanas.com (8%). A Airfluencers verificou que o site de compras Submarino caiu nas menções do público, passando da quinta posição (5,9%) para a décima (2,5%). Já a Netshoes subiu de posição e ocupa o quinto lugar no ranking das cinco companhias mais citadas.

Já em relação aos fabricantes de produtos eletrônicos, outra empresa que está em queda no Twitter é a Apple, com 17% a menos de comentários relacionados à marca, em comparação a 2016. Em contrapartida, a japonesa Sony subiu no ranking com crescimento de 17%.

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